Evidência antes de opinião
Toda recomendação nossa precisa de dado que a sustente. Quando não há evidência, dizemos que não há — e desenhamos o experimento que falta.
Quatro anos unindo os players do ecossistema até se tornar a primeira Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação criada pela própria comunidade da região.
O Saint Lake Valley nasceu de uma inquietação simples: o Vetor Norte de Belo Horizonte concentra aeroporto internacional, distritos industriais e bilhões em investimento anunciado — mas não tinha uma instância que conectasse esses ativos a quem produz tecnologia.
O que começou como encontros entre empreendedores, pesquisadores e gestores públicos foi ganhando corpo. Vieram os eventos, as primeiras consultorias técnicas, a articulação com prefeituras e universidades e, em 2025, o VN Summit — que reuniu 2.589 pessoas em Lagoa Santa.
Em 2026 o movimento se formalizou como o Instituto de Inovação Tecnológica Saint Lake Valley, associação civil sem fins econômicos qualificada como ICT, com sede em Lagoa Santa e registro deferido junto à Prefeitura.
A qualificação como ICT não é detalhe burocrático. É o que nos permite firmar parcerias de P&D com rigor metodológico, acessar linhas de fomento fechadas para empresas comuns e transferir tecnologia com segurança jurídica para quem contrata.
Toda recomendação nossa precisa de dado que a sustente. Quando não há evidência, dizemos que não há — e desenhamos o experimento que falta.
Nenhum ator sozinho resolve o gargalo da região. Trabalhamos na lógica da tríplice hélice: empresa, academia e governo na mesma mesa.
Nosso indicador é o que acontece no Vetor Norte: emprego gerado, contrato fechado, projeto aprovado, empresa que decidiu ficar aqui.
O projeto termina quando o método está com o seu time. Documentamos e capacitamos para que a operação siga sem nós.
Associação civil sem fins econômicos, com estrutura de presidência, vice-presidências e comissões de trabalho temáticas.
Presidente
Responde pela representação institucional do Instituto e pela articulação do ecossistema no Vetor Norte.
Diretoria
Conduzem as frentes de inovação, relações institucionais e desenvolvimento do ecossistema junto às comissões.
Estrutura técnica
Grupos temáticos que conduzem editais, eventos, projetos de P&D e a relação com universidades e prefeituras.
O Instituto opera na lógica da tríplice hélice — e isso aparece na composição da nossa rede.
FAPEMIG, FINEP, Governo de Minas Gerais e prefeituras do Vetor Norte.
Universidades e centros de pesquisa parceiros em projetos de P&D.
Indústrias, operadoras e empresas de base tecnológica da região.
Base ativa de empreendedores, investidores e profissionais do ecossistema.
Associados têm acesso à agenda, às rodadas de negócios e à articulação institucional do Instituto no Vetor Norte.